junho 22, 2005

Moro na terra sem poesia... (3)

Temperei a dor com o meu olhar,
Como gritos que nascem na terra,
Coro na plenitude da dor me rasgar
Na sensação de matar a dor cadela
Dos versos que florescem na minha terra
O importante não é a escrever
Mas sim dentro de nós tê-la...
Temperei o sonho de a ter,
Mas é falso esse sonho
Porque o poema mentia,
Apenas há um ou outro sentimento
Mas sem ser de poesia...
São apenas versos de sofrimento
Que viverão sempre aqui,
Hão-de sempre morar
Na terra desbotada pelo tempo...


Artur Rebelo (Versejador)

5 Recados:

Em 10:59 da tarde, Blogger persephone escreveu...

Caramba!
Como eu adoro ler-vos!

São tão grandes poetas

um beijo terno,
Rose.

Artur, belo poema este.
a esperança é a última a morrer.

 
Em 3:09 da tarde, Blogger Poesia Livre escreveu...

Versejador,
Um bom poema,a força da dor bem patente!
Obrigado pela partilha.
{{coral}}

 
Em 10:53 da tarde, Blogger Mafas Kewas escreveu...

Adoro ler-te sabes disso :)

Por acaso foi desde logo o que mais me interessou e mais estava a gostar de ler, quando vi que era teu... aí estava a explicação

Bjos, Mafalda C.

 
Em 1:05 da tarde, Blogger Uma estrela errante escreveu...

Belo poema poeta!

palavras profundas doridas.

beijo*

 
Em 7:28 da tarde, Blogger Gabriela escreveu...

Lindo poema! gostei do teu blog, tem poemas maravilhosos...

 

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